quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Movimento

As vezes ser não é o bastante, é preciso abstrair e procurar o que não existe. Responder as perguntas que ninguém fez. Achar respostas que amanhã já não contentarão mais, não ficar estático e se achar pronto.Ter a consciência de que o quase nada é o tudo que se é. Talvez essa seja a questão crucial, saber que o que parece ser o topo, não passa do primeiro degrau.
21/02/05

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